Em gestão corrente ...como o País...

Novembro 01 2009

 

   Neste patusco país existem umas coisas chamadas Regiões de Turismo (RT).

   Só no continente existem 11 (que substituem as anteriores 20!).

   Aqui, na minha zona, impera a RT de Lisboa e Vale do Tejo que abrange quase todos os concelhos dos distritos de Santarém, Setúbal e Lisboa.

   Era suposto que esta RT se dedicasse a promover o turismo na região, divulgando e tornando atractiva a deslocação de turistas nacionais e estrangeiros às belezas naturais, patrimoniais, culturais, históricas e gastronómicas de uma região tão vasta como esta.

   Mentira!!!

   A RT recebe cerca de 3 milhões e 800 mil € como financiamento da administração central, mas gasta mais de 2 milhões e 700 mil € em pessoal e estruturas!!!

   Fica menos de 1/3 do orçamento para exercer as suas funções!!!

   Brilhante instituição esta que serve apenas para se auto-alimentar!

   Não admira, pelas remunerações praticadas, que dois presidentes de câmara em perigo de perder as eleições (Rosa do Céu - Alpiarça - PS e David Catarino - Ourém - PSD) tivessem abandonado, antes de finalizarem os seus mandatos, as suas funções, para ocuparem a presidência e a vice-presidência desta inutilidade burocrática!

   Bloco Central em todo o seu esplendor de "Jobs for Boys".

   E nós a pagarmos impostos!

   Haja Deus!

 


  


Setembro 17 2008

   

   Nos últimos 2 meses o preço do barril de petróleo, no mercado internacional, baixou 40%.

   Em Portugal os produtos petrolíferos baixaram 4%!!!

   Ó da guarda que alguém me está a roubar!!!

     


 


Dezembro 14 2007

   Rapinado, com a devida vénia, do "Correio da Manhã"  de hoje

 

 

www.correiodamanha.pt > Exclusivo CM
 

2007-12-14 - 13:00:00

Saúde: Falta da vacina lança alarme nas famílias

Bebés vão tomar BCG a Espanha

O País está há mais de quatro semanas sem a vacina contra a tuberculose (BCG). Depois de percorrerem hospitais, maternidades e centros de saúde sem obter respostas positivas, tanto no sector público quanto no privado, pais portugueses estão a optar por ir a Espanha vacinar os filhos recém-nascidos, pois o stock está esgotado em Portugal. Isto apesar de o Infarmed ter garantido ontem que as unidades de saúde já tinham sido reabastecidas. Por seu lado, a Direcção-Geral de Saúde desvalorizou a importância da ruptura de stock.

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O problema da falta da vacina contra a tuberculose é um problema recorrente em Portugal. As famílias têm de recorrer ao país vizinho
O problema da falta da vacina contra a tuberculose é um problema recorrente em Portugal. As famílias têm de recorrer ao país vizinho
A falta da vacina da BCG começou a sentir-se em meados de Novembro, como o CM então noticiou, iniciando-se a corrida às unidades de saúde espanholas. Passado um mês, mantém-se forte a preocupação dos pais portugueses que se vêem na contingência de ir vacinar os filhos ao país vizinho.

Sem admitir falhas na distribuição do BCG, a subdirectora-geral de Saúde, Graça Freitas, disse ao CM que “não há problema se os bebés não levarem a vacina logo que nascem e só levarem dois meses depois”.

Entretanto, o delegado regional de Saúde do Alentejo, José Gomes Esteves, admitiu ontem que poderá haver pacientes de regiões, onde a BCG esgotou, a tomar a vacina nas unidades de saúde da cidade espanhola de Badajoz.

“É possível que uma dúzia de crianças, por várias razões, tenham ido a Espanha. Por exemplo, se o enfermeiro que administra a vacina não está disponível no fim-de-semana esta não pode ser aplicada, uma vez que existem técnicas próprias para não infectar. Se os pais preferirem ir a Espanha com as crianças não vejo qualquer inconveniente”, frisou o responsável.

MAIOR NÚMERO NA MATERNIDADE

Libério Ribeiro, médico imunoalergologista do Hospital Santa Maria e membro da Sociedade Portuguesa de Pediatria, explica ao CM as razões porque os bebés são vacinados nas maternidades com a vacina contra a tuberculose (BCG). “As crianças recém-nascidas são vacinadas nas maternidades para que seja garantida a vacinação de um maior número de bebés, porque se não fossem aí imunizadas corria-se o risco de muitas mães não levarem os bebés aos centros de saúde para a vacinação.”

O especialista sublinha, por isso, que a vacinação nas maternidades “não se deve a que as crianças sejam vacinadas para garantir uma imunidade o mais cedo possível, logo que nascem, mas sim para que muitas crianças sejam vacinadas”.

ALENTEJANOS TÊM VACINAS QUE CHEGUEM

Apesar de estarem próximas dos hospitais espanhóis a que muitos portugueses recorrem quando se deparam com falta da vacinas para os seus recém-nascidos, as unidades de saúde alentejanas estão fornecidas com a vacina, garante o delegado regional de Saúde do Alentejo, José Gomes Esteves. “Por enquanto, não tenho conhecimento que a vacina do BCG tenha esgotado em qualquer dos hospitais com maternidade [Évora, Beja e Portalegre] nem nos centros de saúde onde pode ser administrada”, referiu. O clínico disse que não há razões para alarme, pois todas as unidades de saúde serão abastecidas num período que oscilará entre 15 dias e um mês. “A vacina pode ser aplicada dois meses após o nascimento”, esclareceu. Contudo, há zonas do País que se debatem com a recorrente falta da vacina. O principal problema é o facto de apenas um produto estar licenciado em Portugal, pelo que basta que o fornecedor se atrase na entrega para faltarem vacinas nas unidades de saúde.

SAIBA MAIS

2 meses de idade é o prazo recomendado para a vacinação do recém-nascido com a BCG. Depois tem de esperar um mês para tomar outras vacinas.

25 doentes de tuberculose por cada cem mil habitantes, em Portugal, no ano de 2005. Dos 30 países mais desenvolvidos do Mundo, é o sexto com a mais alta taxa de prevalência.

IMUNIDADE

A imunidade é garantida pela vacinação mas esse processo não é imediato. Só é adquirida ao fim de algumas semanas, que podem chegar a um mês em alguns organismos.

CALMETTE E GUÉRIN

BCG são as iniciais de ‘Bacilo Calmette–Guérin’. Albert Calmette e Camille Guérin, médicos e biólogos franceses, fizeram a preparação inicial da BCG em 1921.

TUBERCULINA

Para saber se alguém está imune à tuberculose tem de fazer um teste que implica a aplicação da vacina no antebraço.
Cristina Serra / Alexandre Silva

 

 

 

 

 


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