Em gestão corrente ...como o País...

Janeiro 18 2009

    

Há tempos,

um leitor atento deste blogue,

perguntava se ainda existia a Fonte da Mealhada;

aqui está ela!

Um abraço ao Peter

(que é da Mealhada!)

     

Fonte da Mealhada

Está situada junto ao Parque 25 de Abril, num local soberbo tendo como fundo a Serra de S. Paulo.

É formada por cinco pilares com capitéis e silharia granítica aparelhada, com cimalha superior encimada por uma cornija com dois pináculos laterais decorados com uma esfera e um frontal com um brasão circular em mármore com as armas da vila, terminado por uma cruz na base da qual se encontra gravada a data de 1699, ano da construção desta fonte, neste local, já no séc. XVI.

As quatro bicas, de onde brota a famosa água de Castelo de Vide são em mármore e representam cabeças de leão.

(Fonte: Câmara Muncipal de Castelo de Vide)

     


 


Janeiro 18 2009

    

Descendo a judiaria

ou subindo pela porta da muralha,

do lado de Espanha

chega-se a esta graciosa fonte

toda em mármore.

     

     

Fonte da Vila

   Classificado como IIP (Imóvel de Interesse Público) desde 1953, é o Ex-Líbris da Vila, constitui um monumento que se destaca entre outros, não só pelo seu valor artístico, como pelo conjunto arquitectónico e urbanístico em que está inserida. Situa-se em pleno Largo Dr. Frederico Laranjo.

   Analisando-se a planta de delimitação do bairro judeu de Castelo de Vide, pode concluir-se que a fonte estava integrada no mesmo. Este existiu desde o séc. XIV ao séc. XV. A fonte foi um foco de desenvolvimento radial de ruas que se desenvolveram à sua volta, deduzindo-se que terá sido construída no séc. XVI, no reinado de D. João III, embora também seja provável que a sua construção seja de várias épocas, em que no início terá existido apenas uma nascente, inicialmente transformada numa pequena fonte de água potável, que no séc. XVI foi mandada construir.

   A forma do tanque principal é rectangular e delimitado por lajes graníticas dispostas na vertical do qual saem seis colunas de mármore que sustentam uma cobertura piramidal que remata em pinha. Ao centro do tanque ergue-se um corpo discóide com quatro bicas simétricas e sobre este, um outro paralelepípedo, decorado com as Armas de Portugal, as do Concelho e com duas figuras de meninos. Este conjunto é rematado por uma pinha em forma de flor de acanto ou tulipa.

   Ao lado possui um outro tanque, rectangular, destinado a animais bestas e cavalares.

(Fonte: Câmara Municipal de Castelo de Vide)

 


  

 

 


Janeiro 18 2009

      

   Ao navegar pelo site da "Arte Periférica", galeria situada no Centro Cultural de Belém, deparei com a pintura de Eva Navarro (Madrid, 1967), que me parece de excelente qualidade.

                           

                 

 

 Eva Navarro, Beso, 2006,

acrilíco s/ tela, 40x120

              

 

Eva Navarro, La Galería, 2005

acrilíco s/ tela, 100x100 (2x)

 

 

 

    

Eva Navarro, Vacio negro, 2006,

acrilíco s/ tela, 130x81

e

Serie "Quietos" nº 7,2005,

acrilíco s/ tela, 80x30

   


 

emgestaocorrente às 16:53

Janeiro 18 2009

    

O seu nome é gracioso

e muito próprio dela

    

    

   O seu nome é gracioso e muito próprio dela:

   Respira um vago tom de música inocente;

   E lembra a placidez de um lago transparente,

   Recorda a emanação tranquila duma estrela.

 

   Lembra um título bom, que logo nos revela

   A ideia do poema. E todo o mundo sente

   Não sei que afinidade entre o seu ar dolente,

   A sua moridezza, e o nome próprio dela.

    

   E chego a acreditar - ingenuamente o digo -

   Que havia um nome em branco, e Deus pensa consigo

   Em traduzi-lo enfim numa expressão qualquer:

    

   De forma que a mulher suave e graciosa

   Faz parte deste nome um tanto cor-de-rosa,

   E este nome gentil faz parte da mulher.

     

      

Guilherme de Azevedo, in

"366 poemas que falam de amor", org. de Vasco Graça Moura

Quetzal Ed., Lisboa 2004

     


 


Janeiro 18 2009

  

   Do "31 da Armada":

   

Uma potência diplomática
     

Poucas horas depois de Portugal ter decretado um embargo ao fornecimento de armas a Israel, o governo de Olmert anunciou um cessar-fogo unilateral. Seguindo a doutrina Sócrates quanto à Euribor, é caso para dizer que Portugal criou as condições para a paz no Médio Oriente.

 

 

   Mais um milagre do "Eng.º"!!!

  


 


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