Em gestão corrente ...como o País...

Dezembro 03 2008

   

Cantiga

    

Deixa-te estar na minha vida

Como um navio sobre o mar.

  

Se o vento sopra e rasga as velas

E a noite é gélida e comprida

E a voz ecoa das procelas,

Deixa-te estar na minha vida.

    

Se erguem as ondas mãos de espuma

Aos céus, em cólera incontida,

E o ar se tolda e cresce a bruma,

Deixa-te estar na minha vida.

  

À praia, um dia, erma e esquecida,

Hei, com amor, de te levar.

Deixa-te estar na minha vida.

Como um navio sobre o mar.

   

Cabral do Nascimento, in

"366 poemas que falam de amor", antologia de Vasco Graça Moura,

Quetzal Ed., Lisboa, 2003

    


 


Dezembro 03 2008

       

A antiga sede dos Bombeiros,

onde o meu sogro

(que já não conheci)

morreu, ainda novo, ao discursar

na posse de um novo comandante.

     

      

Um bonito solar

numa rua estreita

do centro histórico.

   

      

Um bonito conjunto de casas populares

num dos largos do centro histórico.

     

    

Os CTT e a Caixa Geral de Depósitos  

vistos do jardim do Palácio da Justiça.

       

      

Um pequeno mas gracioso largo

junto ao rio

com as casas tradicionais

e a Igreja Matriz ao fundo.

   

      

Um recanto adorável

numa das ruas estreitas do centro histórico.

    

    

    


 


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