Em gestão corrente ...como o País...

Julho 21 2008

   

   Do"Blasfémias", este post:

     

a mais velha profissão do mundo
     

   Sócrates e Kadafi, tendo ambos salientado a «grande amizade» entre os governos dos dois países (Sócrates, 19 de Julho, Líbia)

   O Primeiro-Ministro de Portugal, José Sócrates, considerou ontem “verdadeiramente esmagadores” os índices de crescimento económico que Angola tem vindo a registar nos últimos anos. (Sócrates, 17 de Julho, Angola)
   O primeiro-ministro, José Sócrates, agradeceu esta quarta-feira ao presidente da Venezuela, Hugo Chávez, o acordo para que a GALP entre na exploração, produção e comercialização de petróleo venezuelano. (Sócrates, 14 de Maio,
Venezuela)

   José Sócrates considera que a China está a mudar a ordem mundial, é uma das mais pujantes economias emergentes, e que Portugal tem de estar presente, de ter mais empresas na China, independentemente dos juízos políticos que se façam, nomeadamente acerca da situação dos direitos humanos. «Temos de moldar a nossa política externa à medida que vão evoluindo as mudanças geopolíticas (Sócrates, Janeiro 2007, China)

   Governo recusa receber Dalai Lama (Setembro 2007, Portugal)



publicado por Rui Castro às 08:42
link do post | Nelson Mandela faz hoje 90 anos | parabéns pá (7) |

 


Julho 21 2008

                              

        


 

emgestaocorrente às 13:41

Julho 21 2008

   

   Francisco José Viegas no "Origem das Espécies" escreveu o post que a seguir se publica.

               

21 de Julho de 2008
||| Política de emergência

  O retrato do primeiro-ministro é o de um gestor em dificuldades, e é pena.

   Enquanto deixa aos outros – medíocres – a tarefa de fazer política, ele anda de malas aos tombos, a fazer negócios aqui e ali, em Angola e na Líbia, onde estão mercados ao nosso alcance.

   A política está pobre e ele aproveita para captar fundos. Longe do PS doméstico, uma espécie de rumor distante e cacofónico, Sócrates distribui elogios a Eduardo dos Santos e a Khadafi, como se isso não tivesse importância.

   Não deve ter, porque daqui a nada vem Hugo Chávez e os dois darão um forte abraço em nome dos negócios e do petróleo.

   Portugal transforma-se num cenário atípico da política de emergência, flutuando e vendendo ao melhor preço.

   Não é isso que ela, a política, tem sido nos últimos tempos?

[Da coluna do Correio da Manhã.]


 

 


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