Do blogue A ver o mundo, rapinei este post que mostra como há gente para tudo e disposta a ser " a voz do dono". Exemplar! Tais pais, tais filhos!
E já agora: lembram-se da guerra dos "ecologistas" aos eucaliptos? E já pensaram porque é que havendo cada vez mais eucaliptos em Portugal as Quercus todas que para aí andam se calaram e, de um momento para o outro, o problema deixou de existir?
E lembram-se do tempo em que, meses a fio, os telejornais abriam com as imagens dos novos "mártires" da ecologia a amarrarem-se às máquinas de plantação dos eucaliptos, um pouco por todas as serras do país?
Pois dêem-se ao trabalho de ver que tachos é que esses meninos hoje ocupam, que assessorias e sinecuras lhes pagam, a peso de ouro, os seus doutos estudos e conselhos e tentem descobrir que subsídios (e atribuídos por quem) recebem essas organizações "ecologistas".
Dou-vos uma pista: comecem a vossa investigação pelas contas das fábricas de celulose...
Segunda-feira, 3 de Março de 2008
post -title>CONFAP e a sociedade civil
Para que serve a sociedade civil em Portugal? A resposta será sempre embaraçosa. Tomemos o exemplo da CONFAP (confederação de associação de pais) dirigida pelo sr . Albino Almeida. À partida dir-se-ia um bom exemplo de iniciativa da sociedade civil. Mas se olharmos para o seu orçamento descobrimos como tudo está inquinado. No ano de 2006, recebeu do Ministério da Educação mais de 150 mil euros e das quotizações dos seus associados, pasme-se, 1302 euros (cf. aqui). Não admira que apareça ao lado da ministra no conflito que opõe governo/professores. A CONFAP é apenas mais um exemplo, ainda por cima lamentável, da fragilidade e da artificialidade da “sociedade civil” portuguesa.
post -footer-line post -footer-line-1">post -author>Postado por JCM post -timestamp>em 17:39