Ao contrário do que se pensa, o tempo caminha, mesmo no Alentejo!
E eu que o diga; ainda "ontem" cheguei para 2 semanas de férias e já passou uma!
Rapinado do "Corte na aldeia", este poema de Miguel Torga:
Onde o tempo caminha

Alentejo
A luz que te ilumina,
Terra da cor dos olhos de quem olha!
A paz que se adivinha
Na tua solidão
Que nenhuma mesquinha
Condição
Pode compreender e povoar!
O mistério da tua imensidão
Onde o tempo caminha
Sem chegar!...
Miguel Torga