Em gestão corrente ...como o País...

Julho 17 2010
emgestaocorrente às 23:41

Janeiro 18 2009

    

Descendo a judiaria

ou subindo pela porta da muralha,

do lado de Espanha

chega-se a esta graciosa fonte

toda em mármore.

     

     

Fonte da Vila

   Classificado como IIP (Imóvel de Interesse Público) desde 1953, é o Ex-Líbris da Vila, constitui um monumento que se destaca entre outros, não só pelo seu valor artístico, como pelo conjunto arquitectónico e urbanístico em que está inserida. Situa-se em pleno Largo Dr. Frederico Laranjo.

   Analisando-se a planta de delimitação do bairro judeu de Castelo de Vide, pode concluir-se que a fonte estava integrada no mesmo. Este existiu desde o séc. XIV ao séc. XV. A fonte foi um foco de desenvolvimento radial de ruas que se desenvolveram à sua volta, deduzindo-se que terá sido construída no séc. XVI, no reinado de D. João III, embora também seja provável que a sua construção seja de várias épocas, em que no início terá existido apenas uma nascente, inicialmente transformada numa pequena fonte de água potável, que no séc. XVI foi mandada construir.

   A forma do tanque principal é rectangular e delimitado por lajes graníticas dispostas na vertical do qual saem seis colunas de mármore que sustentam uma cobertura piramidal que remata em pinha. Ao centro do tanque ergue-se um corpo discóide com quatro bicas simétricas e sobre este, um outro paralelepípedo, decorado com as Armas de Portugal, as do Concelho e com duas figuras de meninos. Este conjunto é rematado por uma pinha em forma de flor de acanto ou tulipa.

   Ao lado possui um outro tanque, rectangular, destinado a animais bestas e cavalares.

(Fonte: Câmara Municipal de Castelo de Vide)

 


  

 

 


Dezembro 10 2008

        

A Câmara Municipal.

(o meu sogro, Dr. Joaquim Ribeiro Estevão de Faria,

a ela presidiu durante 12 anos,

até ao seu falecimento prematuro)

     

        

No largo da Câmara existe esta bela e tipica casa beirã,

sobre a qual não resisto a contar a seguinte história:

A casa era propriedade de uma sobrinha de Salazar.

Em certa altura o marido da proprietária (parece que militar)

quiz demolir a casa para construir uma nova.

O então Presidente da Câmara, meu sogro, não autorizou.

Algum tempo depois, Salazar,

durante uns dias de férias no Vimeiro,

interpelou o meu sogro sobre o assunto.

Este, respondeu-lhe que permitiria obras de conservação e restauro desde que fosse respeitada a traça e a fachada.

No entanto, Salazar como Primeiro Ministro

que resolvesse o que entendesse,desde que, préviamente,

demitisse  o meu sogro de Presidente da Câmara

(nesse tempo não havia eleições autárquicas,

sendo os Presidentes de Câmara nomeados pelo governo

 - e esses cargos não eram remunerados!).

Felizmente, Salazar optou por manter o Presidente da Câmara

e, portanto, ainda hoje podemos usufruir

da visão desta bela e harmoniosa casa

tal como ela era,

embora com obras de reconstrução!

      

       

      


 


Dezembro 03 2008

       

A antiga sede dos Bombeiros,

onde o meu sogro

(que já não conheci)

morreu, ainda novo, ao discursar

na posse de um novo comandante.

     

      

Um bonito solar

numa rua estreita

do centro histórico.

   

      

Um bonito conjunto de casas populares

num dos largos do centro histórico.

     

    

Os CTT e a Caixa Geral de Depósitos  

vistos do jardim do Palácio da Justiça.

       

      

Um pequeno mas gracioso largo

junto ao rio

com as casas tradicionais

e a Igreja Matriz ao fundo.

   

      

Um recanto adorável

numa das ruas estreitas do centro histórico.

    

    

    


 


Novembro 30 2008

A casa do padre:

repare-se nas cantarias de granito das portas,

janelas e varanda;

repare-se nas paredes em blocos de granito 

e na varanda com colunas em pedra e tecto de madeira.

     

         

  O largo do tribunal novo

com as varandas da biblioteca

e as traseiras da casa do padre.

     

      

Uma casa tipica da classe média,

com os seus blocos de granito,

as águas furtadas altas e trabalhadas

e a profusão de portas, janelas e varandas.

      

        

O antigo tribunal,

todo em blocos de granito.

        

              

Um solar

(da família ? -agradece-se a indicação)

grande mas muito harmonioso.

 

    

Uma rua de casas recuperadas.

   

     


 

emgestaocorrente às 13:37

Novembro 29 2008

   

   E perguntam os caros leitores: S. Comba Dão - lugar de culto?, porquê?

   Contra a v. possível expectativa, por 2 simples razões:

   - a primeira, porque foi lá que a minha mulher viveu, cresceu e se tornou mulher;

   - a segunda, como homenagem ao meu cunhado Miguel que sempre se manteve ligado a S. Comba, lá construíu casa e lá faleceu, ainda novo, há cerca de 2 meses.

   Acresce que a vila apresenta património edificado que justifica a designação de lugar de culto.

   Comecemos pela Igreja Matriz:

   

 

e continuemos pela ponte que está defronte;

à esquerda, uma bela casa em fim de restauro 

  

   

à direita, uma vista parcial do casario antigo

   

 

  

para trás, o largo da Biblioteca e do Tribunal.

   

     


 


Novembro 27 2008

      

Nas manhãs de sábado,

no outono,

as ruas de Castelo de Vide

fervilham de actividade:

cães nas varandas

(com botas a secar)

 

   

gatos a passear

 

 

multidões de velhas comadres

a comentarem os acontecimentos

  

    

guaritas medievais

a espreitar e vigiar

o fotógrafo

    

   

paredes, portas, varandas e janelas

a espregiçarem-se ao sol

   

  

enquanto as flores

irrompem de todos os buracos da calçada

   

 

Encantos tamanhos

não há noutro lugar!

   


  

 

emgestaocorrente às 22:50

Novembro 23 2008

   

A vida agitada

dos sábados de manhã,

no outono.

 

            

As cores do outono

estendem-se à Igreja Matriz,

sob o olhar atento das

Torres de Menagem e da Igreja de S. João

e de alguns turistas de passagem.

   

    

Enquanto a Câmara Municipal

se mantém impávida e serena. 

 

   

É Castelo de Vide

no seu máximo encanto!

    


 


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