Em gestão corrente ...como o País...

Dezembro 05 2010

 

   O governo decretou uma redução de ordenados, para o próximo ano, para uma parte substancial dos funcionários públicos.

   Carlos César, governador dos Açores, já declarou públicamente que não vai cumprir essa determinação nas terras so seu domínio.

   O Presidente da República veio a público declarar que essa decisão era injusta pela desigualdade que criava entre funcionários do continente e açorianos e, provavelmente anticonstitucional.

   O Primeiro Ministro, com o ar empertigado de sempre, assegurou que as determinações do governo eram para cumprir mas os Açores são uma região autónoma e nem lhe passava pela cabeça (se é que a tem) imiscuir-se na vida interna açoriana...!!!

   O Ministério das Finanças, com a mesma certeza com que afirma há 6 anos que os impostos não vão subir e que o PIB vai aumentar,

assegura a sua certeza de que a lei é para cumprir em todo o País.

   O poeta Alegre, candidato presidencial, considera um disparate o que o Presidente afirmou, cala-se sobre o que Sócrates e Teixeira dos Santos disseram (essencialmente o mesmo que Cavaco) e acha muito bem que haja 2 pesos e 2 medidas para a mesma situação!

 

   PS: Carlos César foi  o primeiro apoiante do poeta Alegre nesta sua candidatura e, consta, seu grande financiador!

           Coincidências...!!!

 



Março 14 2007

                 

      O Diário de Notícias de ontem dá conta de uma lei que o Imperador César dos Açores fez aprovar no Parlamento Regional pela sua maioria "socialista".

      Nela, o discreto mas eficiente Imperador, coloca-se acima do Primeiro Ministro no protocolo de todas as cerimónias organizadas pelo Governo Regional, logo abaixo do Presidente da República e do Presidente da Assembleia da República!

      Recorde-se que a Lei das Precedências do Protocolo do Estado, aprovada na Assembleia da República no ano passado atribuía aos presidentes dos governos regionais o 15º lugar no Protocolo do Estado.

      José Sócrates,  que beneficiou os Açores em detrimento da Madeira no Orçamento de Estado, terá de seguir atrás do sr. César se quizer ir aos Açores ver como são aplicados os fundos que nós, continentais, para lá enviamos.

      Se isto tivesse acontecido na Madeira do A. J. Jardim tinha caído o carmo e a trindade, a comunicação social tinha feito um escândalo e o Eng.º tinha vindo à TV declarar, enfáticamente, que a lei era para ser cumprida por todos e em todo o território nacional.

     Assim, viva o "xoxialismo" e o corsário das ilhas!

                

         


     


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