Em gestão corrente ...como o País...

Dezembro 01 2007

             

   Ontem decorreu mais uma greve geral da função pública.

   E mais uma vez se assistiu à cena indecorosa de sempre: os sindicatos referem números muito altos de adesão, o governo contrapõe números ridículamene baixos.

   Não sei como os sindicatos calculam a percentagem de adesão, mas sei como o(s) governo(s) o fazem: enfiam no bolo dos não grevistas os funcionários de atestado médico, os de férias, os de folga, os contratados a prazo e os estagiários (que obviamente não fazem greve) e, até frequentemente, os colocados provisoriamente pelos centros de emprego.

   Além disso, muitas instituições públicas, cujos dirigentes são de nomeação governamental, "enfeitam" os números para agradarem aos "padrinhos" de Lisboa e manterem os lugares ("conosco a dirigir quase não há greves").

   Os sindicatos, unânimemente, apontam para 80 a 85% de adesão a esta greve. Não faço a minima ideia se é verdade ou mentira.

   O que tenho a certeza é que o governo mente descaradamente e sem pudor ao apontar para 21% de adesão à greve!

   Nem nos locais tradicionalmente menos grevistas a adesão foi tão pequena!

   Mesmo nestes organismos públicos a adesão cifrou-se em números superiores ao dobro dos apontados por aquele inefável Secretário de Estado da A. Publica, capaz de servir com a mesma dedicação atenta e veneradora qualquer partido politico desde que o tacho" seja à medida das suas ambições pessoais de momento.

   Por mim, como deixei dito em post anterior, foi a 1ª vez, na minha vida profissional, que fiz greve.

   Muitos outros profissionais de saúde com quem contactei, também se estrearam, ontem, nestas lides grevistas.

   Espero bem que em 2009, mesmo com as manobras de baixo eleitoralismo que se adivnham, os portugueses, através do voto, nos libertem desta gente que está no governo.

   Haja Deus!

 


emgestaocorrente às 15:30

Pode ter a certeza que só com o voto dos cidadãos e a redução da abstenção se pode equilibrar a balança da representatividade dos cidadãos da republica e assim sanar as atrocidades que "governos" com maioria "absoluta" cometem para com quem deixou de acreditar no sistema .
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Pode ter a certeza que só com o voto dos cidadãos e a redução da abstenção se pode equilibrar a balança da representatividade dos cidadãos da republica e assim sanar as atrocidades que "governos" com maioria "absoluta" cometem para com quem deixou de acreditar no sistema . <BR class=incorrect name="incorrect" <a>È</A> preciso que todos participem para terminar a contestação, porque se a sociedade é o conjunto de todos os extractos logo as necessidades de cada extracto têm de ser representadas e respeitadas pelas demais. <BR>saudações.
LEPTAO a 2 de Dezembro de 2007 às 15:55

Vi na televisão que a greve geral registou grande adesão, segundo os sindicatos. Já o Governo desvaloriza os números, situando a adesão nos 18%. Mais uma vez as conclusões divergem.
Sport TV a 24 de Novembro de 2010 às 23:46

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