Em gestão corrente ...como o País...

Março 26 2007

              

      Parece que Portugal vai ter que gastar alguns milhares de milhões de € num novo aeroporto.

      3 mil milhões dizem; mas como estamos habituados a que as obras do Estado multipliquem os custos previstos, não custa a acreditar que chegue aos 6 ou 9 mil milhões!

      Não contesto a necessidade de um novo aeroporto (faltam-me conhecimentos), mas de tudo o que se lê e ouve das várias partes intervenientes, parece ( a um leigo na matéria como eu) que a Ota será:

  • a solução mais cara,
  • a solução técnicamente mais dificil,
  • a solução menos duradoura no futuro,
  • a solução em que as condições de aterragem serão as mais dificeis e perigosas,
  • a solução que, à partida, reune mais condições para derrapagens orçamentais
  • e aquela que não condiz com a opção sul (via Badajoz) do traçado do TGV eixo de transportes que devia, obviamente, estar articulado com o novo aeroporto.

      Assim sendo porquê a teimosia do governo, especialmente do 1º ministro?

      E o que levou o ministro Mário Lino a mentir em público e em directo, na SIC, negando a existência do rela tório da NAV (empresa pública de gestão do tráfego aéreo), altamente desfavorável à Ota?

      Será que o ministro pensa que Portugal é a "Pátria do Sol Nascente", onde os seus, até há pouco, camaradas podem riscar com o lápis vermelho da censura de "esquerda" tudo o que não lhes dá geito?

      É que até propagandistas tão zelosos e eficientes do governo como Jorge Coelho e António Vitorino mostram incomodidade com a situação e levantam dúvidas sobre a bondade da opção pela Ota!

                     

 


 


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