Em gestão corrente ...como o País...

Abril 04 2010

   

"Sei quase tudo e não sei quase nada sobre as mulheres."

  

"Habituei-me desde muito cedo a trabalhar com mulheres e sempre gostei. Reconheço nas mulheres uma maneira diferente de encarar o trabalho, que radica numa especial riqueza de sensibilidade. As mulheres têm uma capacidade de organizar o mundo que é muito superior."

   

"Não podemos generalizar e falar de todos os homens e de todas as mulheres, porque as pessoas são diferentes. Todos temos dentro de nós uma parte feminina e uma parte masculina, em maior ou menor grau, uma. Apesar de tudo, acho que há características marcadamente femininas e outras marcadamente masculinas. É da complementaridade que se faz uma relação perfeita em que as pessoas comungam entre si sem deixarem a sua individualidade."

 

"Não acredito na amizade entre um homem e uma mulher despida de uma componente sexual, não consigo ter com as mulheres uma relação neutra, há sempre qualquer coisa desse tipo de atracção sensual. Não passa por nenhuma espécie de machismo, de superioridade, passa, pelo contrário, por uma forma de respeito e de admiração que por sua vez provoca atracção."

 

"O que me atrai numa mulher é...a mulher. Atrai-me o conjunto, que passa pelo físico, pela inteligência e pela sensibilidade. O físico é uma coisa muito curiosa. Há um provérbio português que diz que toda a panela tem o seu testo."

 

"Sou incapaz de admirar uma mulher só porque tem um rabo bonito ou as maminhas no sítio. Se tiver, melhor, mas tem que haver mas que isso, a análise é feita por um todo, e também pela maneira como interagimos. Pode haver uma pessoa ideal em todos os aspectos e por alguma razão não interagimos com ela."

 

 

Manuel Alberto Valente, editor e escritor, segundo Ana Sousa Dias, na "Pública" de hoje.



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