Em gestão corrente ...como o País...

Agosto 01 2008

  

   Nem sempre de acordo com João Gonçalves, a verdade é que estes seus 2 post  resumem, brilhantemente o que também penso; rapinado do "Portugal dos pequeninos".

1.8.08

BOM SINAL

 


O PS não "reagiu" a Cavaco através do inócuo Alberto Martins ou do sr. Cordeiro do PS-A. Reagiu pelo dr. António Costa, um dos "donos" do regime, na "quadratura do círculo". Coisa para levar mais a sério. Ridiculamente acompanhado pelo seu pc "Magalhães", Costa proporcionou um momento de pura propaganda, tão básica como o ensino a que supostamente se destinam os 500 mil "Magalhães" de Sócrates. Como era de prever, Costa "atirou" com a Madeira para cima da mesa e considerou "desproporcionada", a diversos "níveis", a intervenção presidencial. Para ele, a unanimidade parlamentar em torno do "estatuto" do sr. César vale mais do que as inconstitucionalidades que lá vêm. Não gostou que o PR lembrasse que o sistema é semi-presidencial - acha-o, como o sr. Cordeiro, um "centralista" ultrapassado - e deu o maravilhoso exemplo da Espanha e do "alargamento" das suas "autonomias". Em suma, e isto é que interessa, o PS não gostou da intervenção do PR. Um bom sinal.
 
 

31.7.08

OUTRA COISA - 2

 
A forma como os papagaios do costume reagiram nas televisões à mensagem de Cavaco Silva - os "escritores" Rodrigues dos Santos e Sousa Tavares, os jornalistas Magno e Resendes, este por sinal açoriano, e o prolixo Delgado, a man for all seasons - só serviu para demonstrar ao PR que a "mensagem" devia ter sido outra. Rodrigues dos Santos, novo mestre da propaganda e exímio prosador erótico moderno, foi ao ponto de perguntar ao Magno (um imitador barato e provinciano de Marcelo) se a "montanha não teria parido um rato". Eles todos é que precisavam de ir para outra coisa qualquer que os parisse. Bem feito para Cavaco. Pode ser que um dia perceba com quem anda metido. E que, daqui para diante, à medida que isto se afunda num pântano "moderno", é inevitável "meter-se" mais.

Adenda: A comunicação de Cavaco teve pelo menos o mérito de recordar a mediocridade geral que vigora no parlamento da República. O "estatuto" do Sr. César possuía oito inconstitucionalidades e mais dois ou três disparates pseudo-autonómicos. Deixaram-nas ficar para ver se passavam. Foi aprovado por unanimidade. Não se esqueçam. Unanimidade. Se fosse o "estatuto" do Jardim, o que é que estas falsas virgens comentadeiras não diriam.

Adenda 2: Duas pessoas que estimo, o Pedro Correia e o Tomás Vasques - sobretudo este último que pertence à maison socialista - estariam à espera que o PR fosse fazer a triste figura de comentador-mor do "estado a que isto chegou", que abrisse hoje um blogue ou que fosse o "convidado surpresa" da trupe da "Quadratura do Círculo"? Não estou por dentro da cabeça de Cavaco mas deu-me ideia que ele quis dizer que está atento aos detalhes. Isto é particularmente importante quando somos governados, a todos os níveis, por "generalistas" abstractos e por prosélitos pomposos e vazios.

Adenda 3: Comentários idiotas contra o PR não passam na "censura". Já deviam saber que eu não sou adepto "desta" democracia. E gosto do Sarkozy. Do regime dele.
 
 

 


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