Em gestão corrente ...como o País...

Fevereiro 06 2007

     

      As dividas fiscais ultrapassam os 16 mil milhões de euros (10,5% do PIB), segundo o Ministro das Finanças.

      Em 2006 foram recuperados, em cobranças coercivas (incluindo penhoras), 1,54 mil milhões de € (10% das dividas).

      A meta para 2007é recuperar 1,6 mil milhões de € (outros 10% da divida).

      As prescrições fiscais voltaram a aumentar em 2006, seguindo a tendência dos anos anteriores.

      Em 2006 foram recrutados 295 novos inspectores para o fisco; em 2007 vão ser recrutados mais 334 inspectores.

      Na conferência de imprensa em que o Ministro das Finanças anunciou estes resultados, estava presente o SE dos Assuntos Fiscais mas não o Dr. Paulo Macedo, o polémico D-G das Contribuições e Impostos.

      Segundo as palavras do ministro, o Dr. Paulo Macedo tinha a agenda prenchida e não podia estar presente.

      Quatro hipóteses se podem colocar:

  1. O Ministro não queria a presença do D-G, para não lhe aumentar o protagonismo e  não aparecer, ainda mais, como "salvador da Pátria". O SE é cinzento e não ofusca o ministro.
  2. O D-G tem mais que fazer; o ministro e o SE têm de se entreter com os jornalistas, para ocupar o tempo.
  3. O D-G já não tem paciência para aturar o ministro ou vice-versa.
  4. O D-G estava entretido com outra missa.

      PS: 16 mil milhões de € davam para pagar a Ota, o TVG e todas as derrapagens financeiras habituais nas obras do Estado, o que não justifica que esse dinheiro fosse desperdiçado em tais "elefantes brancos".

 

 

 


 

 

emgestaocorrente às 21:56

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