Em gestão corrente ...como o País...

Fevereiro 15 2008

   

   Já em post anterior escrevi que moro ao lado do casal Gomes e que a minha neta é amiga da Ana Filipa.

   Conheço, portanto, o caso, o comportamento do casal e da criança (que ainda anteontem jantou em minha casa).

   Ontem, na Antena 1, na rubrica "Os dias de avesso", a jornalista Isabel Stollwell e o Prof. Eduardo Sá (Psicólogo) voltaram a falar no caso e disseram algumas coisas interessantes.

   A saber: que a necessidade de acompanhamento psicológico/psiquiátrico da Ana Filipa só existe porque a insensatez de juízes e delegados, ao longo dos útimos anos, criou uma situação eminentemente trágica para a estabilidade psicológica  da criança.

   A "justiça" que esteja quieta e calada, que siga as mais elementares regras de bom senso, que a criança fica bem e não precisa de psicólogos nem de psiquiatras para nada!

   Clicando no símbolo, pode ouvir o programa (atenção pode demorar vários minutos, dependendo da velocidade da sua ligação à Net).

        

                                                                                                LINK PARA MP3

 



Sobre o caso Esmeralda há a dizer que ela foi mantida indevidamente pelo casal de acolhimento(CA), isolada do pai biológico(PB), a fim de ser controlada.

Os psiquiatras, em vez de avisarem o CA de que não devem incutir ódio à criança em relação ao PB, andam a lançar relatórios alarmistas e incompetentes. Eles devem explicar à criança que o PB sempre a procurou e que a ama.

O CA não tem amor à criança. Quer possui-la, quer ser dono dela. Dizem-lhe para não se encontrar com PB, e depois vêm dizer que ela é que não se quer encontrar com ele. Quem é que acredita neles? Sempre andaram fugidos à justiça! Adelina Lagarto esteve desaparecida para não obedecer às intimações do tribunal.

Se amassem Esmeralda, deviam facilitar a relação com o PB, mas sempre a negaram. Eles sabiam, certamente, que o tribunal só podia fazer com que a criança fosse entregue ao PB. É a lei. Tem sido sempre assim. Logo o interesse de Esmeralda era que o mais cedo possível começasse a conviver com o pai.

Baltazar sempre procurou a filha, logo que teve a certeza que era o pai.

O CA aproveitou a situação delicada em que Aidida estava para ficarem com a criança indevidamente, sem autorização da Seg. Social.

É evidente que Aidida não combinou com Baltazar terem uma criança. Porque Baltazar ficou admirado quando ela lhe anunciou a gravidez. Aidida tinha 37 anos à data da relação com Baltazar. Era dona da sua barriga, não há dúvida, portanto deve ter agido com calculismo.

Se o casal continuar a influenciar Esmeralda e a dizer para ela não ir ter com o pai dela, o tribunal só deve metê-los na cadeia, que é onde deveriam estar.
O tribunal tem sido muito benévolo e compreensivo.Mas eu penso que a paciência deve ter limites.

F.Tavares a 13 de Abril de 2008 às 00:12

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