Em gestão corrente ...como o País...

Fevereiro 05 2013

   Desde sempre se falava, em surdina, que o BPN era um caso estranho no panorama bancário português.

   Falava-se em tráfico de influências, em lavagem de dinheiro, em plataforma para para paraísos fiscais.

   Já perto do fim do socratismo o escândalo rebentou.

   As fraudes e vigarices despontavam perante a opinião pública e pareciam o ribombar de uma trovoada assustadora.

   José Sócrates, causando espanto geral e invocando uma treta pífia de risco sistémico, apressou-se a nacionalizar o banco falido e a assumir todo o seu lixo tóxico, deixando nas mãos dos vigaristas as partes lucrativas.

   Desde logo José Sócrates assumiu que nós, contribuintes, pagaríamos muitas centenas de milhões de € para evitar a falência do banco, ao arrepio do que aconteceu com outros bancos, noutros países.

   Afinal, as centenas de milhões de € previstos transformaram-se numa verba astronómica de muitos milhares de milhões (7 a 8) e a trovoada transformou-se num inimaginável tsunami que já nos custou o corte dos subsídios de Natal e de férias e um aumento brutal de impostos.

   Se isto já era um escândalo, este aumentou com a "privatização" angolana do banco, já no governo de PPCoelho, por uma verba irrisória e assumindo o Estado os prejuízos de todo o lixo tóxico.

   Entretanto, o inefável Vitor Constâncio, governador do Banco de Portugal, entidade reguladora e fiscalizadora do sistema bancário, dormia o sono dos justos, simulando que não sabia de nada, mesmo após a comunicação social ter publicado abundante documentação sobre a maior vigarice ocorrida na história do nosso país. Repousa, agora, com ordenado milionário, na Vice-Presidência do Banco Europeu.

   Os maiores e mais directos vigaristas ou estão em casa em "prisão domiciliária" ou passam férias em hotéis de luxo no Brasil na companhia do "Dr." Relvas e outros figurões deste governo.

   Entre os vigaristas menores há um que declarou na Comissão Parlamentar de Inquérito que sabia das vigarices mas não as denunciou para não ter chatices. Repousa, agora, numa obscura Secretaria de Estado, daquelas com nomes que não lembram ao diabo, e que pertence ao super-Ministério do "Álvaro" dos pasteis de nata.

   Será que o meu coração aguenta ainda mais?

   -Ai aguenta, aguenta, como diz o outro.

   Até porque o "Dr." Relvas não se demite (isso é que era bom!), o Prof. Cavaco reformou-se e foi para a Coelha dormir e, se houvesse eleições quem as ganhava era o inefável Tozé mais o seu cabelo à Rui Santos, o que não augurava coisa melhor

   Valha-nos Deus!


 

emgestaocorrente às 19:48

Fevereiro 05 2013

   Já embandeirá-mos em arco com a versão Palhaço Rico do "Engº" Sócrates.

   Sofremos no bolso e na pele a versão do Palhaço Pobre do "Dr." Relvas.

   Que mais nos irá acontecer?


 

emgestaocorrente às 15:15

Setembro 15 2012

   VEJO POR AÍ MUITOS BEATOS QUE INCENSARAM FREI ANTÓNIO GUTERRES E MUITOS FIEIS SÚBDITOS DO IMPERADOR JOSÉ SÓCRATES A MOSTRAREM A SUA INDIGNAÇÃO PELAS MEDIDAS DE AUSTERIDADE E PELAS IMPOSIÇÕES DA TROIKA.
   ESQUECEM-SE QUE FOI O DESPESISMO ACÉFALO E O LAXISMO ECONÓMICO E SOCIAL DE FREI GUTERRES E OS INCENTIVOS IGNÓBEIS AO ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS DO SEU ACÓLITO E MUI BEATO JARDIM GONÇALVES QUE ABRIRAM O CAMINHO A ESTA SITUAÇÃO.
   ESQUECEM-SE AINDA QUE FORAM OS GOVERNOS IMPERIAIS DE SÓCRATES QUE DERAM A MACHADADA FINAL NA ECONOMIA DO PAÍS COM A MULTIPLICAÇÃO DE PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS E A REVISÃO DAS CONDIÇÕES DAS PREVIAMENTE EXISTENTES EM CONDIÇÕES SUMAMENTE GRAVOSAS PARA O ERÁRIO PÚBLICO, EMPENHANDO O FUTURO DE VÁRIAS GERAÇÕES.
   ESQUECEM-SE QUE NAS VÉSPERAS DA DECLARAÇÃO DE BANCARROTA DO PAÍS E DO APELO À AJUDA INTERNACIONAL AINDA SÓCRATES, INDIFERENTE, LANÇAVA CONCURSOS DE 800 MILHÕES DE € PARA UM TROÇO DO TGV QUE COMEÇAVA EM SÍTIO NENHUM PARA ACABAR EM NENHUM SÍTIO!
   TAMBÉM CAVACO SILVA ELOGIOU O IMPERADOR JOSÉ S., LIMITANDO-SE A UMAS FRASES ALEGÓRICAS E INDECIFRÁVEIS SOBRE A SITUAÇÃO ECONÓMICA DO PAÍS ATÉ CONSEGUIR SER REELEITO.
   É CERTO QUE PPCOELHO PARECE UM COLECCIONADOR DE METAS FRUSTRADAS E QUE SE LIMITA A GERIR A BANCARROTA AUMENTANDO AS RECEITAS POR VIA DOS IMPOSTOS NÃO SE ATREVENDO A ENFRENTAR O LOBY DAS ALIANÇAS BANCO-CONSTRUTORAS E EMPRESAS MONOPOLISTAS PÚBLICAS QUE SÃO PRIVADAS E PRIVADAS QUE SÃO PÚBLICAS, NINGUÉM SABE BEM!
   QUE PPCOELHO NÃO VAI LÁ CHEGAR PARECE PONTO ASSENTE, MAS HAJA VERGONHA E QUE OS BEATOS E FIEIS SERVOS DE QUEM CAVOU A SEPULTURA DA ECONOMIA NACIONAL NÃO SE ARMEM, AGORA, EM SERVIDORES DO POVO!
   QUE DEUS (SE EXISTIR) TENHA PIEDADE DE NÓS!

 


 


Julho 10 2012

 

 

 

 

 

 

 

 

(Rosas do meu quintal)


emgestaocorrente às 22:05

Março 09 2012

 

Igual aos deuses me parece

quem a teu lado vai sentar-se,

quem saboreia a tua voz

mais as delícias desse riso

 

que me derrete o coração

e o faz bater sobre os meus lábios.

Assim que vejo esse teu rosto,

quebra-se logo a minha voz,

 

seca-me a língua entre os dentes,

corre-me um fogo sob a pele,

ficam-me surdos os ouvidos

e os olhos cegos de repente.

 

Torna-se liquido o meu corpo:

transpiro e tremo ao mesmo tempo.

Vejo-me verde. mais que a erva.

Só por acaso é que não morro.

 

 

Safo,

séc. VII a. c., Grécia

 

Tradução de David Mourão-Ferreira

 

in "Os Dias do Amor, Um poema para cada dia do ano",

de Inês Ramos, Ministério dos Livros Editores, 2009


emgestaocorrente às 22:06

Março 06 2012

 

   Em 1973 eu trabalhava e vivia em Fornos de Algodres. Numa das viagens semanais a Viseu passei, por acaso, numa livraria/discoteca nova que ainda não conhecia. Comprei o último LP do Sérgio Godinho (então exilado em França) e o úlimo LP dos Procol Harum (Grande Hotel) e o último romance de Augusto Abelaira.
   O livreiro num lampejo de inteligência, que ainda hoje agradeço, perguntou-me se eu conhecia um autor sul americano chamado Gabriel Garcia Marquez.
   Respondi que não e ele mostrou-me a 1ª edição portuguesa dos Cem Anos de Solidão, penso que da Europa-América.
   Para não o desiludir (ele tinha elogiado o bom gosto das minhas escolhas...), comprei o livro.
   À noite, por desfastio, desfolheei-o e comecei a lê-lo.
   Era sábado à noite e acabei de o ler no domingo, à hora do almoço, sem ter pregado olho!
   Ainda hoje, juntamente com outros, como a Poesia Completa de Eugénio de Andrade, é um dos meus livros de cabeceira, sempre lido, relido e treslido com muito gosto, gozo e proveito.
   Obrigado Gabo!
   Obrigado anónimo livreiro de Viseu!



Fevereiro 21 2012

 

CRATO:

uma vila do Alto Alentejo

a visitar com calma e a pé.

Vai ver

que vale a pena!

(2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


emgestaocorrente às 19:01

Fevereiro 20 2012

CRATO:

uma vila do Alto Alentejo

a visitar com calma e a pé.

Vai ver

que vale a pena!

 

 

 


emgestaocorrente às 20:45

Janeiro 23 2012
   Enquanto tomava a bica, a TV Sport do café transmitia um jogo entre o Sporting e o Olhanense.
   Pareceu-me que os únicos portugueses eram o árbitro e os treinadores; os jogadores, se não estou em erro, eram todos africanos e sul-americanos.
   Quanto à qualidade do jogo pareceu-me igual à dos jogos da Distrital da Guarda que eu via, em jovem e por desfastio, aos domingos à tarde, em Fornos de Algodres.
   Bendito País: do futebol aos discursos do patusco da Madeira e do César dos condores e aos lamentos presidenciais parece-me tudo água do mesmo moinho!
   Haja Deus!

emgestaocorrente às 20:41

Novembro 12 2011

  

Má consciência

 

  

O adjectivo

dá-me de comer.

Se não fora ele

o que houvera de ser?

  

Vivo de acrescentar às coisas

o que elas não são.

Mas é por cálculo,

não por ilusão.

 

  

Alexandre O'Neill,

in "De ombro na ombreira", Lisboa, 1969


emgestaocorrente às 23:02

Novembro 06 2011

 

Se...

 

 

Se é possível conservar a juventude

Respirando abraçado a um marco do correio;

Se a dentadura postiça se voltou contra a pobre senhora e a mordeu

Deixando-a em estado grave;

Se ao descer do avião a Duquesa do Quente

Pôs marfim a sorrir;

Se Baú-Cheio tem acções nas minas de esterco;

Se na América um jovem de cem anos

Veio de longe ver o Presidente

A cavalo na mãe;

Se um bode recebe o próprio peso em aspirina

E a oferece aos hospitais do seu país;

Se o engenheiro sempre não era engenheiro

E a rapariga ficou com uma engenhoca nos braços;

Se reentrante, protuberante, perturbante,

Lola domina ainda os portugueses;

Se o Jorge (o "ponto" do Jorge!) tentou beber naquela noite

O presunto de Chaves por uma palhinha

E o Eduardo não lhe ficou atrás

Ao sair com a lagosta pela trela;

Se "ninguém me ama porque tenho mau hálito

E reviro os olhos como uma parva";

Se Mimi Tavessuras já não vem a Lisboa

Cantar com o Alberto...

  

...Acaso o nosso destino, tac, vai mudar?

  

  

  

Alexandre O'Neill,

in " no Reino da Dinamarca", 1958


 

emgestaocorrente às 17:07

Novembro 04 2011

As rosas

 

 

Quando à noite desfolho e trinco as rosas

É como se prendesse entre os meus dentes

Todo o luar das noites transparentes,

Todo o fulgor das tardes luminosas,

O vento bailador das Primaveras,

A doçura amarga dos poentes,

E a exaltação de todas as esperas.

 

 

 

Sophia de Mello Breyner Andresen,

in "Obra Poética", Ed Caminho, Lisboa, 2010


 



Novembro 02 2011

  

Esta gente

 

 

 

Esta gente cujo rosto

Às vezes luminoso

E outras vezes tosco

 

Ora me lembra escravos

Ora me lembra reis

 

Faz renascer meu gosto

De luta e de combate

Contra o abutre e a cobra

O porco e o milhafre

 

Pois a gente que tem

O rosto desenhado

Por paciência e fome

É a gente em quem

Um país ocupado

Escreve o seu nome

  

E em frente desta gente

Ignorada e pisada

Como a pedra do chão

E mais do que a pedra

Humilhada e calcada

 

Meu canto se renova

E recomeço a busca

De um país liberto

De uma vida limpa

E de um tempo justo

  

Sophia de Mello Breyner Andresen,

in "Geografia", de 1967, incluído em "Obra Poética", Ed. caminho, Lisboa, 2010

 


 


Outubro 31 2011

 

   O Álvaro, um evidente erro de casting de PPCoelho (quem lho terá impigido?), consegue o impensável: o ódio dos sindicatos e o ar de enfado e de comiseração dos patrões, género "há coisa muito mais importantes a fazer"!
   De onde se conclui que um ignoto professor de uma longínqua universidade serve para mandar uns bitaites como comentador na TV, quando está de férias, mas daí até ministro vai uma distância considerável!
   Melhor seria calá-lo até à primeira remodelação!

 


emgestaocorrente às 20:20

Outubro 31 2011

 

     

Esfinge


Acordo-te de uma sonolência
de esfinge. Quem és? pergunto, em
que deserto  procuraste o amor, e
que oásis se desfez nos teus
dedos, quando o tocaste?

Há um voo de ave perdida
nos teus olhos, quando os pousas
no chão, e um reflexo de charco
te faz subir ao céu onde as nuvens
chegam com o outono.

Não penses no inverno
inexorável; e guarda o pássaro
de algures na gaiola da tua
alma, para que o seu canto
te alegre nas noites mais frias.

 (Rapinado de www.aaz-nj.blogspot.com)


emgestaocorrente às 18:13

Outubro 31 2011

 

   Já tivémos o Manel (Pinho); temos agora o Álvaro.

   Será sina do nosso País aguentar ministros destes?!

   


emgestaocorrente às 17:10

Outubro 30 2011

 

Turva hora onde

Principia a noite

E o dia se esconde.

 

Hora de abandonos

Em que a gente esquece

Aquilo que somos

E o tempo adormece.

 

Nevoenta hora,

Hora de ninguém

Em que a gente chora

Não sabe por quem.

 

E tudo se esconde

Nessa hora onde

Por estranha magia

Brilha o sol da noite

E o luar de dia.

 

 

Natália Correia

in "Poesia Completa", Publicações Dom Quixote, Lisboa 1999

 


emgestaocorrente às 19:08

Outubro 05 2011

Bahrein:

   Pequeno reino árabe cheio de petróleo e governado com mão de ferro pela família Al-Khalifa.

   Apesar de não constarem grandes bolsas de miséria, falta uma coisa essencial: liberdade.

   Talvez animados pelas recentes manifestações e revoltas em diversos países árabes, os opositores do regime vieram para a rua reivindicar liberdade e democracia.

   Muitos foram presos e condenados a pesadas penas de prisão que atingiram os 15 anos!

   Mas o pior estava para vir: 20 médicos e enfermeiros que trataram, no seu hospital, os feridos resultantes da repressão nas ruas foram julgados e condenados a penas que, para 5 deles, também atingiram os 15 anos!

   Durissimas penas de prisão para quem cumpriu a sua missão humanitária que é tratar  quem está doente!

   E onde é que está a indignação do nosso mundo ocidental, democrático e civilizado  perante tal monstruosidade?

   Em Portugal não se ouviu uma única voz, salvo um editorial do Público.

   Por onde andam os Sindicatos e as Ordens de médicos e de enfermeiros?

   E os partidos democráticos, de direita e de esquerda?

   E as associações e ligas de defesa de tudo e de mais alguma coisa?

   E já agora: que barulho não faria Frei Louçã se, em Portugal, um policia desse uma cacetada num bandido apanhado em flagrante?

   


emgestaocorrente às 14:49

Outubro 02 2011

   Anda por aí uma personagem patusca que fala uma língua indecifrável, entre o inglês, o português e o libio que se intitula empresário e a quem os jornalistas gostam de tratar por Sr. Comendador.

   Sabe-se que saíu aind jovem da Madeira e voltou já careca, dizem que com uma grande fortuna e analfabeto como foi.

   A origem da fortuna é obscura e ele lá saberá como a conseguiu!

   A sua mitíca fortuna foi investida em acções bolsistas especulativas e na compra de uma notável colecção de arte.

   De actividades empresariais nada se lhe conhece; apensa entra no capital de algumas empresas que depois tenta canibalizar.

   Em 2006 faz um negócio com o amigo Sócrates em que este lhe cede, gratuitamente, todo o espaço expositivo do Centro Cultural de Belém (esse mamarracho "cavaquista" como a esquerda bem falante e caviar gostava de chamar mas que agora não perde ocasião para lá aparecer e se deixar filmar e fotografar!).

   Diz-se que, na altura, a Ministra da Cultura, o Director do CCB e o próprio Presidente da República se oposuram, mas acabaram por se vergar à sociedade Sócrates/Joe Berardo.

   Sócrates não se limitou a dar as instalações; pôs o nosso dinheiro a pagar, também, as despesas de funcionamento da Fundação Berardo e atribuíu, anualmente uma grande maquia para aquisição de novas obras que ficam propriedade do comendador em vez de reverterem para quem as paga: o contribuinte.

   O ganancioso "empresário"/comendador às tantas meteu-se nas guerras de poder internas do Milenium/BCP; para isso fez um avultado empréstimo junto da Caixa Geral de Depósitos (banco do Estado, pasme-se!!!) e deu a sua colecção como garantia.

   Só que os negócios especulativos correram mal, o PS tomou conta do Milenium e as suas acções têm vindo a desvalorizar-se assustadoramente no mercado bolsista.

   O "empresário"/comendador está falido e em divida para com a CGD (banco do Estado, recorde-se!) e o nosso dinheiro anda a comprar obras de arte para abonar a divida do personagem!

   Se isto não é um país de treta e de vigaristas, o que é então?

   Valha-nos Deus (se ainda fôr a tempo!)


  



Outubro 02 2011

   Há pouco ouvi, na TV, o António José Seguro, com aquele ar de bom rapaz, como quem anda ali por acaso, de dedo em riste a gritar que "não se pode passar uma esponja pelo passado e que se tem que pedir responsabilidades políticas aos governantes".

   Exultei: finalmente estou de acordo com AJS!

   O homem, finalmente, vai fazer um acto de contrição sobre a governação socrática!

   Para os mais distraídos: JSócrates governou durante os últimos 6 anos e meio. Durante o seu consulado, AJS, com ar de menino do côro da Igreja da Misericórdia de Penamacor, percorria as secções do PS preparando a era post-Sócrates, enquanto em off, ia dizendo que era oposição ao Sócrates, incapaz de uma palavra pública de critica, ao contrário do ex-ministro Luís Amado.

   Pois bem: a esponja sobre o passado referia-se a PPassos Coelho que governa há 3 meses!

   Valha-nos Deus!

   Ele há cada cromo!

   


  


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